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segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Poupar

No Dia Mundial da Poupança, até as palavras devem ser limitadas ao estritamente essencial, para que a inflação não dê cabo delas.

Luiz Inácio Lula da Silva derrotou ontem o "caramelo" da boca cheia de favas e será o próximo Presidente do Brasil, se tudo correr dentro da normalidade democrática, como se deseja.

"Amanhã, ninguém sabe"

domingo, 31 de outubro de 2021

Poupar e gastar

- Se tens cinco, gasta só quatro ...

Tempos houve em que a poupança era fomentada de forma enérgica, principalmente por aqueles que auferiam mais baixos salários. A certeza de que qualquer impedimento para trabalhar significava deixar de ter rendimentos, a convicção de que a necessidade de cuidados de saúde tinha subjacente dinheiro na carteira, levava a essa cultura do poupar, por muito pouco que fosse, para fazer face a um qualquer imponderável.

O desenvolvimento da sociedade de consumo, a facilidade no acesso à banca, o advento dos cartões com crédito associado, as contas ordenado e outras, criaram em todos a sensação de facilidade e a confiança de que, quaisquer que sejam os problemas, haverá sempre alguém com uma solução.

Apesar de ainda se manter a efeméride do Dia Mundial da Poupança, que hoje se comemora, falar da dita é quase pré-histórico. A máxima no poupar é que está o ganho foi substituída, com as vantagens bem visíveis para todos, por no gastar é que está o ganho. Sem isso, o PIB manter-se-á estagnado e a dívida pública aumentará em percentagem, quando com ele comparada.

Viva a sociedade de consumo! Compre agora e pague depois! Pague em suaves prestações mensais! Compre o colchão! Nós oferecemos o edredão!

sábado, 31 de outubro de 2020

Dia Mundial da Poupança

Hoje é o Dia Mundial da Poupança.

Tempos houve em que, no dia de hoje, havia um mealheiro de cerâmica, fabricado na Secla, para oferecer aos melhores clientes, com vista a estes irem poupando para o futuro dos filhos, colocando no recipiente, de vez em quando, uma moedinha. O objectivo era conseguir alguma poupança para abrir uma conta para a criança, lembrando sempre a entidade que lhe dava o "cofre".

Tal como agora, só conseguia encher o mealheiro quem tivesse alguma folga no orçamento, que lhe permitisse prescindir de uma moedinha de cinco, dez ou vinte cinco tostões. As moedas de cinco e de dez escudos eram mais bonitas, mal empregadas para serem escondidas, e suficientes para algumas compras já significativas. Outros tempos!

De manhã, no supermercado, meia dúzia de coisas custaram mais de cinquenta euros e a admiração foi quase nula. O cartão nem sente mas, nas contas dos tostões, foram mais de dez contos que lá ficaram!

Nem o mealheiro cheio de moedas chegava ...