Mostrar mensagens com a etiqueta Sabedoria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sabedoria. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de março de 2023

Sabedoria

De acordo com o que diz quem sabe, a Primavera chega hoje, lá pela boquinha da noite, talvez para não dar muito nas vistas ou sujeitar-se a algum assalto maquiavélico de uma série de mãos empunhando um microfone, ainda que protegido por um cálice de espuma.

Ainda quem sabe também disserta sobre a crise bancária que não irá acontecer salvo se ... acontecer. O Credit Suisse já foi absorvido pela UBS, faliram meia dúzia de "banquecas" nos States, mas certo, certo, é que nada disso afectará a restante banca europeia, como, aliás, se tem verificado em outras ocasiões.

Faleceu Rui Nabeiro e continuando a ouvir quem sabe, foi um empresário extraordinário que, de uma empresa quase nula fez um grande império, de acordo com o presidente da CIP, que nos inunda com a sua enorme sabedoria e experiência.

Rui Nabeiro dizia que os seus trabalhadores eram a essência das suas empresas. Na sua longa vida, deu-lhes formação, tranquilidade, apoio, confiança e, fundamental, disponibilizou-lhes os seus ouvidos atentos, sempre que foi necessário. Se todos reconhecem este mérito, poder-se-á perguntar a razão pela qual a grande maioria não imita.

Agora que Rui Nabeiro já não pode transmitir, de viva voz, o segredo, talvez fosse útil a muitos que fizessem uma leitura do "Almoço de Domingo", que José Luís Peixoto escreveu, deixando no papel e para a posteridade, um testemunho enorme de inteligência e humildade.

Abram-se as portas à Primavera, para que a Prima Vera e todos os seus pares que por aqui vivem, deixem de vegetar e sintam que, ao menos, uma florzinha a abrir-se e a dar-lhes esperança de aparecer melhor fruto.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Aprender sempre

Quase todos os dias me lembro de uma frase que ouvi, várias vezes, a um professor de há muitos anos, chamado Dragomir Knapic, natural da ex-Jugoslávia e refugiado em Portugal desde a 2ª. Guerra Mundial. Já deve ter partido há muito, porque, há mais de 40 anos, já não era jovem. Já por aqui falei nele e cada dia que passa vou confirmando quão verdadeira é a frase "quanto mais sei, maior é a minha ignorância". 

O meu amigo ADS presenteia-me, muitas vezes, utilizando esse novo modelo de carta sem envelope que se chama mail, com curiosidades, fotos, filmes, músicas. novidades, etc.. Hoje enviou-me um vídeo de uma canção napolitana, que ouvi pela primeira vez num "cartucho" na voz de Mário Lanza e que Luciano Pavarotti levou aos quatro cantos do mundo. Até aqui, nada de novo. Ó Sole Mio deve ser das músicas mais conhecidas em todo o mundo. Todavia, esta trazia um instrumento para mim novo e que, afinal, já é centenário.

Chama-se THEREMIN e é tocado sem ser tocado!

Fui à "central do esclarecimento" chamada Google e encontrei muitos tópicos para esclarecer a minha ignorância e uma "aula" oferecida pela Antena 3, que pode ser vista e ouvida aqui. Procurei, também, saber alguma coisa sobre a intérprete do Theremin que o vídeo mostrava e a "central" do costume esclareceu-me que KATICA ILLÉNYI é uma violinista, cantora, bailarina e tocadora de Theremin, nascida na Hungria em 1968.

Deixo o acesso ao Ó Sole Mio, que pode ser ouvido utilizando este link e, para demonstrar que há Theremin em muitos sítios (agora já sei!), a área da ópera cómica Gianni Schicci, de Puccini, O Mio Babbino Caro.