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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Clonagem

Um, dois, três ... foi a conta que Deus fez!

E o "caramelo" quer três "Botas", talvez para utilizar dia sim, dia não e descansar ao sétimo dia. Ou será um para lhe lavar os pés, outro para lhe massajar o ego e um terceiro para lhe limpar a pinha?

Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar, mas dá uma vontade louca de perder a cabeça e mandá-lo à mxxxx com todas as letras, se isso fosse o remédio para o calar. Valha-nos o botão que muda de canal ou tira o som e as páginas do jornal que (ainda) vai sendo possível saltar. Neste tempo, ainda se vai vendo, ouvindo e lendo opiniões diversas, ao contrário do tempo por que ele grita, onde isso custava bem caro.

E vamos ter de gramá-lo, pelo menos, até 18 de Janeiro do próximo ano, cheio de vento, de certezas, de voz forte, clamando ao vento e aos céus, talvez na tentativa de que aquele pequenino defeito na língua desapareça com as asneiras que solta ... sem "3,14".

Valha-lhe um burro aos coices e três aos pontapés!

domingo, 26 de janeiro de 2025

Mal(h)as que o império tece ...

Olha a mala, olha a mala,
Olha a malinha de mão,
Não é tua nem é minha
É de quem lhe deita a mão!!!







Aquele partido zangado e pregador, que se senta à direita de "Deus Ventura", perdeu um elemento de peso e já não tem meio cento. Agora são apenas quarenta e nove e o país vai sentir imenso essa diminuição. Por enquanto, vamos ter de conviver com esse descalabro, que talvez não fique por aqui.

E tudo isto porque, alegadamente, um ser inspirado e distraído desviou umas quantas malas das passadeiras dos aeroportos de Ponta Delgada e de Lisboa, nas múltiplas viagens de e para os Açores de que usufrui à conta do orçamento.

O homem não se explica claramente e com toda a razão. O processo está em segredo de justiça e isso rouba-lhe a memória, como toda a gente sabe. Para além disso, a presunção da inocência e o decorrer do tempo hão-de dar-lhe todas as hipóteses de lavar a honra, dispensando-lhe a inusitada tarefa de assumir o que fez. Nota-se claramente, na forma como o dito cujo explica o acontecido, que ele nunca roubou malas ... apenas umas quantas lhe acharam tanta graça que não resistiram em partilhar o seu conforto e ir com ele para a sua casinha ou, talvez até, para a sua caminha.

E continua a ser deputado da Nação, sem o mínimo de vergonha e com maior rendimento porque:

"Tem a consciência muito tranquila"

sábado, 18 de maio de 2024

Futuro?!

A Assembleia da República está a descer de nível e a subir de interesse ... graças às "brilhantes" intervenções que, todos os dias, fazem lembrar as tabernas de antigamente, quando já muito vinho tinha sido consumido.

O interventor-mor tem as câmaras sempre em cima e a companhia de quase meia centena de seres dotados de sapiência sem limites nem comparação. A maior parte deles faz lembrar o bonequinho chinês a acenar a cabecinha ou, melhor, a cabeçorra.

Já não são apenas os ciganos, os pretos e os homossexuais que precisam de ensinamentos de quem sabe. A preocupação com o "mundo" é tal que até os turcos já são destinatários das loas do predestinado.

Eça de Queiroz referenciava os "deputados de cu"; se fosse vivo, decerto não olvidaria os "deputados-bonecos".

terça-feira, 26 de março de 2024

Saltimbancos

Em vésperas de Abril, o dia começou com muita chuva, vento e granizo, coisa que não é muito habitual por este oeste sossegado. As pedrinhas estragaram algumas flores da laranjeira, dos limoeiros e da ginjeira, e alteraram o verde da relva para um esbranquiçado parecido com a minha cabeleira.

Tudo indicava que seria um de

"vai prá barraca, Mimoso!"

sem qualquer interesse, a não ser aquele a que o livro actualmente a ser lido, proporciona.

Afinal, tudo se alterou. Para quem, como eu, gosta de teatro, o espectáculo surgiu no televisor, sem necessidade de comprar bilhete, em directo da Assembleia da República. A "peça" transmitida está a baixar de nível e a subir de interesse. Trata-se da eleição do novo Presidente da AR, segunda figura da hierarquia do Estado. 

Confesso as minhas limitações: ainda não percebi se é comédia, drama ou farsa, e se o elenco - 230 "actores" - tem nível para o papel que lhes destinaram. Contudo, já entendi que a minha geração, que depositou enormes esperanças na chegada da liberdade, não foi capaz de transmitir valores a muita da gentalha que hoje se senta em cadeiras cuja ocupação deveria ser por pessoas de nível, preocupadas com as funções para que são (foram) eleitos.

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Parvoíces

Apetecia-me escrever sobre o debate que a RTP 3 está a transmitir em directo e que poderia/deveria ser para discutir, esclarecer e tentar resolver os problemas que o país tem e aqueles que o futuro, inevitavelmente, lhe trará. O debate tem como objectivo a colocação de questões ao Governo, por parte dos deputados eleitos por todos nós, os que votámos, e que, dessa forma, determinámos que fossem os nossos representantes.

A segunda intervenção, de um cretino que até foi eleito e, por isso, por lá se senta com todo o direito e representa umas centenas de milhares de portugueses, tira a vontade, ou melhor, espevita a vontade de desligar, não fora a gravidade que a parvoíce das palavras que saem daquela boca sem freio, encerra. A preocupação de criar espectáculo, a forma e a ausência de conteúdo, a acentuação e a elevação do seu ego, os aplausos e os àpartes dos seus súbditos, tudo sem um mínimo de dignidade e de respeito por si próprio e por aqueles que lhe ofereceram o voto, enoja, chega.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Assembleia da República

A Assembleia da República passa a ser, a partir de hoje, o Parlamento com a Sala Plenária mais moderna do mundo, na sequência de uma remodelação que custou cerca de 4 milhões de euros.
Para além do orgulho que sentimos por termos algo (para além do Cristiano Ronaldo) que é mais do mundo, estamos certos que o investimento tecnológico contará, entre as suas aplicações, com um corrector ortográfico/gramatical que irá ajudar os nossos deputados na redacção das leis, impedindo, desta forma, que o Procurador da República volte a sentir autoridade para lhes dar algumas "palmatoadas".

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Prestígio e poder

Com a segurança devida e um convite oficial, o antigo presidente do Banco Português de Negócios, Oliveira e Costa, saiu hoje da cadeia onde (por enquanto) se encontra detido, para efectuar uma visita à Assembleia da República.
Chegou, mirou, cumprimentou, ouviu e calou, saindo pouco tempo depois, no mesmo transporte público que havia utilizado na ida.
Terá escolhido a hora da visita, como há alguns anos fez Belmiro de Azevedo, ou essa foi determinada pelo protocolo da Assembleia, ouvido algum Conselheiro de Estado e o ilustre visitante?