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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Teatro A Barraca

E já estamos a chegar ao mês do Natal, o que significa mais um ano a finar-se e outro a nascer, cheio de votos de que "se não for melhor, seja pelo menos igual".
O tempo corre a uma velocidade estonteante, qual carro de Fórmula Um e, com esta velocidade, nem há tempo para escrever meia dúzia de linhas por aqui.
Um mês sem nada, francamente ...
Para memória futura, fica o registo de mais uma ida ao teatro, ver a peça que está em cena n'A Barraca - À volta o mar, no meio o inferno. E, como é normal, foi mais uma noite de grande Teatro, com a particularidade de o espectáculo ter o seu início às, pouco habituais, 19H00. Nunca me tinha acontecido ir ao teatro a esta hora. No final, Maria do Céu Guerra (que me tinha atendido o telefone para a reserva) explicou aos presentes que a alteração do horário era uma experiência, por terem recebido sugestões nesse sentido e por lhes parecer que, no Inverno, talvez trouxesse mais gente. 
Não estavam muitos espectadores. O espectáculo, todo ele, do texto aos actores, vale a pena e merece ser visto. A Barraca ainda não é um oásis, mas quase ...
Ainda por cima, cheguei a casa pouco passava das 23H00, depois de duas horas e meia de bom teatro.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Clarabóia

Ontem visitei o prédio que José Saramago descreveu e registou em Clarabóia e que Maria do Céu Guerra "edificou" n'A Barraca, em mais um grande espectáculo do grupo que se mantém a fazer bom teatro, no Largo de Santos, há quase quarenta anos.
No final, Maria do Céu Guerra, Pilar Del Rio e Hélder Costa conversaram com os espectadores, contaram "estórias", dificuldades, coloquiaram. 
Céu Guerra deu umas "pinceladas" sobre quão difícil deve ter sido (eu nem imagino) colocar em cena, simultânea, seis casas com habitantes tão diferentes e com personagens tão fortes. A uma pergunta (de Vítor de Sousa, também ele um homem do Teatro e da Poesia), sobre haver a possibilidade de fazer o espectáculo viajar pelo país e, nomeadamente, ir ao Porto, Céu Guerra respondeu:
- " Haver até talvez houvesse. O "construtor" disse-me que sim, que era possível, mas custava muito dinheiro. E há tão pouco ..."
Vão ver, que vale a pena!
E não guardem para muito tarde. Em Fevereiro pode já não estar em cena!