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terça-feira, 10 de junho de 2025

10 de Junho

Ao ouvir, hoje, o resumo dos discursos de Lídia Jorge e Marcelo Rebelo de Sousa, no âmbito das comemorações do 10 de Junho, lembrei-me de um estudo que a minha filha me ofereceu e sobre o qual falei aqui, já lá vão uns anitos.

O estudo indica que, como qualquer português, tenho raízes que vão da Ásia, passam pela África, viajam pela Europa e "aterram" aqui, neste "jardim à beira-mar plantado". 

Se, ao invés de nos preocuparmos com as origens, a cor, a religião de cada um dos que por cá habitamos, muitos em condições miseráveis e vergonhosas, procurássemos colaborar na integração de todos, sem preconceitos, ódios, invejas e aproveitamentos vis, talvez conseguíssemos um Portugal maior e mais feliz.

"Ou fazendo que, mais que a de Medusa,
 A vista vossa tema o monte Atlante,
Ou rompendo nos campos de Ampelusa
Os muros de Marrocos e Trudante.
A minha já estimada e leda Musa
Fico que em todo o mundo de vós cante,
De sorte que Alexandro em vós se veja,
Sem à dita de Aquiles ter inveja."

Os Lusíadas
Canto X (final)
Luís de Camões

terça-feira, 28 de junho de 2016

Certificate of mtDNA testing

Em Abril de 2008, a minha filha, que se iniciava na aventura da investigação, apareceu-me com uma zaragatoa, com a qual me retirou saliva da boca e da garganta. Findo esse trabalho, colocou-a num recipiente que fechou muito bem e disse-me:

- Vou mandar para um Projecto e, daqui a algum tempo, receberás as origens dos teus (nossos) ancestrais.

Assim foi. Passado algum tempo, recebi uma caixa com uma série de documentos que atestam a origem dos meus antepassados na África há 150.000/170.000 anos atrás. Especificam, também, um  percurso que sobe ao Mediterrâneo, passa pela Grécia, Alemanha, França e, nesta, aparecem três rumos: um que sobe a Inglaterra, outro que desce à Itália e o terceiro que prossegue até Portugal.
Guardo religiosamente toda a documentação numa das gavetas da minha secretária, reservada para as coisas importantes.
Hoje, o meu amigo ADS fez-me chegar o endereço do vídeo que abaixo reproduzo e no qual se demonstra que, ao contrário do que alguns pensam, afinal todos estamos mais perto uns dos outros do que muitos querem fazer crer.