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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Fúria épica

Se dúvidas houvera, ficaram definitivamente esclarecidas: o homem da melena é quem determina e ... como se dizia (ainda se dirá?) na tropa, manda publicar! E a Companhia tinha de ficar em sentido!

O Irão anunciou que iria reabrir o estreito de Ormuz e o manda-chuva apressou-se a publicar na sua rede "social" que isso só era feito por ter sido por ele ordenado e nas condições que, ele mesmo, tinha fixado; o Papa Leão XIV, americano, resolveu, no âmbito da sua actividade religiosa, opinar sobre o mundo que é de todos: se estivesse "à mão de semear", o chefe ter-lhe-ia dado umas "nalgadas" para aprender a ser submisso; a NATO não aceitou meter-se na guerra e recebeu um sério aviso para entrar na linha, sob pena de deixar de comer à mesa.

Enquanto tudo isto acontece, por mais inverosímil que possa parecer, na Ucrânia, no Médio Oriente, em África, todos os dias morre gente, muitos ficam sem casa, muitos outros fogem para nenhures, enquanto alguns enriquecem e outros fazem reuniões para definir estratégias ...

É o mundo dos loucos no seu esplendor!

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Brincar ... com coisas sérias

O homem da melena já deu ordem para que o Estreito de Ormuz seja bloqueado, sem sequer pedir a ajuda do nosso Afonso de Albuquerque, homem que tão bem conhece aquelas águas, onde navegou e mandou no início do século XVI. Afonso de Albuquerque poderia ser peça essencial para que os seus objectivos fossem atingidos.

Entretanto, o Papa Leão XIV deve ter reunido, de urgência, o seu estado-maior e ordenado a aquisição de baterias anti-aéreas aos USA, com vista a proteger o Vaticano de um possível ataque. O homem avisou que não gosta dele e nunca se sabe como ele acorda ...

Valha-nos que o nosso primeiro-ministro é bom rapaz e lhe faz todas as vontadinhas. Caso contrário, ainda ameaçava bombardear as Lajes, as Berlengas e até o Corvo, e obrigava o Nuno Melo a adquirir de imediato o material bélico fundamental para o nosso desenvolvimento ...

sábado, 11 de abril de 2026

Direitos de autor

Tenho a "autoridade" de quem o compra e lê, em papel, desde o longínquo ano de 1973. Só por isso, o Expresso deve perdoar-me o continuado abuso de alguns dos seus conteúdos.

Hoje não resisti a transcrever "meia dúzia" de linhas da excelente crónica de Miguel Sousa Tavares (passou a quinzenal, o que lamento) e a partilhar o cartoon de António, brilhante, como sempre. 

"O que une um governante, uns banqueiros e uns bispos?

(...) uma guerra, levada ao Iraque, ilegítima, à revelia da ONU e com pretextos inventados e provas falsificadas, que Durão Barroso declarou autênticas. Mas talvez na era contemporânea, nunca a nossa diplomacia tenha descido tão baixo como agora, em que as Lajes servem de tapete voador sobre o qual nos curvamos à passagem dos aviões e drones do louco perigoso que governa os Estados Unidos e que levou ao Irão uma guerra sem sombra de legitimidade e até de estratégia política e militar, e, por arrasto, ao mundo inteiro. Hoje, graças à diplomacia de Luís Montenegro e Paulo Rangel, tenho vergonha de ser português e só me consolo um pouco pensando que quem só faz o que sabe não é inteiramente responsável por toda a ignorância que carrega.

Porém, não se trata apenas de política ou de diplomacia. Trata-se também da segurança nacional. Colocando Portugal na primeira linha de apoio à linha da frente desta demência trumpiana-israelita, o Governo coloca-nos também na posição de alvo legítimo e natural de represálias iranianas. É possível que preclaro presidente do Governo Regional dos Açores ainda não tenha visto o assunto a esta luz e por isso declara não ter opinião sobre a legitimidade desta guerra e do apoio que lhe estamos a dar, preferindo, diz ele, confiar na justeza da decisão do Governo da República e do seu próprio partido. O homem ouve o desvairado narciso americano dizer que vai varrer uma civilização milenar numa noite, levando-a de volta à Idade da Pedra (pelo método Hiroxima-Nagasáqui, supõe-se), e não tem opinião sobre o assunto. Mas quando interrogado sobre se o nosso "aliado" americano não deveria ao menos pagar uns tostões, ou uns <<peanuts>>, pela utilização das Lajes, aí já José Manuel Bolieiro tem opinião própria e pronta. Sim, declara ele, atendendo à importância que agora se voltou a confirmar da Base das Lajes para as guerras dos Estados Unidos deste lado do mar, seria justo que, tal como sucedeu no passado, eles pagassem alguma coisa ... aos Açores. Ou seja, entendamo-lo: princípios, ele não tem nem o incomodam; mas uma esmolinha nunca fez mal a ninguém.(...)"

terça-feira, 24 de março de 2026

Diálogos

O homem da melena está prestes a conseguir, uma vez mais, atingir os objectivos que o levaram, conjuntamente com o Bibi, a desencadear o conflito no Médio Oriente.

De acordo com o que declarou aos jornalistas, em mais uma das suas esclarecedoras conferências de imprensa, os iranianos estão de rastos e, por isso, ligaram-lhe para o informar de que estão disponíveis para o diálogo em encontro a realizar em breve. 

Resta apenas saber onde esse diálogo se vai concretizar e como, dado que o de cá não fala iraniano e os de lá devem ter grandes dificuldades em entender o inglês americanado. Na dúvida, talvez o nosso MNE possa dar uma ajuda ...

quarta-feira, 11 de março de 2026

Vivências

Ainda bem que está "arrumada" bem lá no fundo da gaveta da memória histórica e já só "meia dúzia" dela se lembram. O 11 de Março de 1975 é uma data só recordada por alguns "antigos" que a viveram por dentro e não a esquecem.

Acabou por ser pouco mais do que uma brincadeira - vista com os olhos de hoje -, mas por cá ficou. Imagine-se o que acontecerá na cabeça daqueles que, hoje, continuam a ser sobrevoados, bombardeados, "dronados", minados, atormentados sem apelo nem agravo e sem dó nem piedade.

- O Spínola 'tá maluco! Nem uma pistola tenho ...

terça-feira, 10 de março de 2026

Dúvidas

Acabam dentro em pouco!

Estão quase resolvidas!

Os objectivos estão em vias de ser alcançados!

Foi praticamente destruída a capacidade de resistência dos inimigos!

A vitória está mesmo muito próxima!

Morrem muitos, morrem poucos? Apenas pormenores despiciendos!

Se não existissem as guerras, o que seria da indústria das ditas?

E quanto sofreria o PIB de alguns países?

E as contas bancárias de algumas "trutas"?

Dúvida existencial: orçamento rectificativo ou aumento de impostos?

Não há razões para alarme. O mundo está sossegado, tranquilo, a paz garantida. O Conselho de Segurança da ONU foi presidido pela elegante, esforçada e diligente esposa do homem da melena!!!  

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Leste

Esta noite ou amanhã, é irrelevante, passam quatro anos de mortandade de ucranianos e russos, sem que se vislumbre fim à vista. E razões para isto ter acontecido e continuar, ainda são menos tangíveis ou identificáveis.

Por vezes parece haver deleite com o sofrimento e, pasme-se, há gente que ignora, ou finge ignorar, o poder da bala, do míssil, do canhão, da mina, do drone, do avião, do helicóptero, etc., etc..

Milhares de mortos e de estropiados, famílias destroçadas, crianças que não mais esquecerão as sirenes de aviso das bombas que vão cair e a corrida para os abrigos. E, como sempre, "gente" a enriquecer à custa da desgraça.

Até quando?

domingo, 4 de janeiro de 2026

Fruta

Estava "maduro" e o homem da melena, qual polícia diligente, não foi de modas: mandou-o colher, encaixotar e transportar para o frigorífico, antes que se estragasse mais. Preocupações, legítimas, com o meio ambiente ...

Aguarda-se, com expectativa, perceber se a nova "fruta" a plantar no "pomar" será verde ou podre e qual vai ser a reacção dos outros polícias, também eles diligentes, sem melena mas com "pomares" onde a "fruta" não lhes agrada muito.

domingo, 24 de agosto de 2025

Inverno

Com Agosto à beira do fim e o Verão a caminhar junto, nota-se menos gente na praia eleita e já se vai comentando que as férias estão a dar as últimas, com o regresso ao trabalho de muita gente, nomeadamente dos que laboram bem longe daqui.

Como sempre, tudo parece ter um fim, o que nos faz encarar a vida pela positiva e pensar sempre que "depois da tempestade, surge a bonança". Será mesmo assim? Não parece!

Da guerra na Ucrânia, por mais "bocas" que o homem da melena amarelada lance, não se vislumbra fim à vista; na faixa de Gaza, outro mentecapto prossegue na destruição de muitos na tentativa de se safar a si próprio; a Europa lança foguetes e corre, desesperada a apanhar as canas. Por cá, apesar dos estudos, das análises, dos meios, das percepções, das cores dos avisos, dos heroísmos, das tardias ajudas, das festas e romarias com gin à mistura, os fogos continuam a destruir sem dó nem piedade uma parte significativa do país e a ceifar vidas.

Que o Inverno chegue depressa! 

sábado, 16 de agosto de 2025

Paz

Antes ou depois do encontro no Alasca? Adivinhar é proibido!


António, no Expresso desta semana, com a actualidade e a qualidade do costume!

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Actualidade

Quem é dotado, vê sempre mais longe, mais cedo, mais claro e não tem medo de o dizer bem alto.

Sophia de Mello Breyner Andresen escreveu o poema; Francisco Fanhais musicou-o e cantou-o há mais de meio século. Lendo e ouvindo com atenção, podia ter sido ontem. Estaria tão actual como naquela altura (1970).

As guerras continuam, a fome mata todos os dias, as armas proliferam, o poder encanta e utiliza-se despudoradamente em proveito próprio, o egoísmo grassa. Não podemos ignorar ...

quarta-feira, 25 de junho de 2025

Cretinos

Aquele figurante que foi Primeiro-Ministro dos Países Baixos e, nessa qualidade, disse que os portugueses só sabiam gastar o dinheiro da UE em p...s e vinho verde, é agora o fantoche que manda na Nato.

Talvez por estar actualizado e viciado nas mensagens rápidas e concisas, resolveu mandar uma ao (seu) Presidente da melena. Ainda bem que não releu o texto e lhe saiu uma pérola que, sem qualquer dúvida, vai merecer o Nobel da parvoíce, da sabugice e da cretinice.

"Parabéns e obrigado pela tua ação decisiva no Irão, que foi verdadeiramente extraordinária, e algo que mais ninguém se atreveu a fazer. Isso torna-nos a todos mais seguros. Estás a viajar para mais um grande sucesso em Haia esta noite. Não foi fácil, mas temo-los todos comprometidos com os 5%!. A Europa vai pagar à GRANDE, como devia, e será uma vitória tua. Donald, tu conduziste-nos a um momento mesmo mesmo importante para a América e para a Europa, e o mundo. Alcançaste algo que NENHUM presidente americano em décadas conseguiu."

Não se conhece a resposta de Donald Trump a Mark Rutte mas, a avaliar pela amostra, as conversas de quem manda no mundo estão, cada vez mais, a descer de nível e a subir de interesse!

domingo, 22 de junho de 2025

Guerra

Ainda não era suficiente e havia (há) muito material para esgotar. Um regresso aos Açores para ver a paisagem e dar de beber a quem tem sede, em terra ou no ar.

Mais uns bombardeamentos, para que todos se (re)coloquem no carril do comboio comandado pelo homem da melena amarelada e segura pela boa laca, talvez de fabrico chinês, com tarifas.

Onde e quando irá acabar?  

sábado, 14 de junho de 2025

Percepções

Por muito que se tente assobiar para o lado, sentir o vento norte a refrescar o corpo que se deslocou à praia, pela manhã, em busca do sossego contido no marulhar das ondas; ir lendo algumas páginas do livro actual, adivinhar o que é o almoço, estender o olhar em busca da Berlenga enevoada, as notícias surgem sempre em primeiro plano e sem compreensão possível, para quem não é dotado da capacidade explicativa de tanta gente que vai debitando razões que a razão desconhece.

Está (re)aberto mais um conflito, com Israel a dizer que vai destruir a capacidade nuclear do Irão e este a invocar Deus para o ajudar a eliminar do mapa os israelitas, num jogo de mísseis e drones sem contemplações nem olhos.

Parece ser lá longe, mas a distância é pouco mais que um tirinho, quando uma parte de nós está lá, a fazer fronteira com um dos beligerantes.

Vai passar ... Quando e como?

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Paz e lirismo

E se, de repente, começasse a surgir alguma coisa com nexo daquela cabecinha amarelada que comanda os destinos americanos, gritaríamos todos:

- Milagre!

Desenganem-se. Não vai acontecer, por muito desejável que seja e muitas rezas ocorram. Continuaremos a ouvir muitas "bacoradas" e um sem número de alarvidades que trazem à memória a frase do antigo seleccionador nacional de futebol Luiz Filipe Scolari:

- E o burro, sou eu?

A guerra, que tinha o destino traçado, terminaria mal ele sentasse os glúteos no sofá da Sala Oval e nunca teria começado se ele se tivesse mantido como chefe da nação naquele acto eleitoral tão festejado no Capitólio, afinal continua, agravada, e sem fim à vista. A faixa de Gaza está quase em condições de serem iniciadas as obras do resort de luxo, faltando apenas acabar com os palestinianos.

Entretanto, o cavalheiro holandês que apelidou os portugueses de gastadores e boémios, pede encarecidamente que todos os países aumentem a sua contribuição para a NATO e, ao que tudo indica, o nosso já está a escarafunchar no mealheiro para lhe fazer a vontade.

Como toda a gente sabe e a história confirma, a solução é aumentar o esforço militar e deixar que essa coisa da paz se mantenha como uma miragem dos líricos.

domingo, 4 de maio de 2025

Palestina

A tragédia continua e parece já instalada na normalidade dos que, longe, olham para as imagens das televisões, devidamente alertados de que elas "poderão afectar as pessoas mais sensíveis".

Custa a entender ou, melhor, é impossível compreender que, descendentes de um povo martirizado e quase levado ao desaparecimento pela selvajaria hitleriana, colaborarem ou permitam que alguns, déspotas, levem a cabo o morticínio, a tiro e à fome, de todo o povo palestino.

... E a caravana europeia passa pelos intervalos da chuva!

quinta-feira, 20 de março de 2025

Livros (lidos ou em vias disso)

"(...) Viver será também a nossa contribuição privada para a estatística? E por que os jogos exercem sempre um fascínio tão grande? E a guerra, será ela o jogo dos jogos? <<A guerra é inimiga do desenvolvimento sustentado>>, gritava kota Venâncio já fora de si. <<Não, ó kota, nem pensar>> interpelava-o Samuel Zau a fazer cócegas à inteligência. <<Este é apenas um país em que a morte está muito concorrida, mas isto passa>>. E, Zico, alheado da discussão, espreitando da linha de fundo, entregava-se a outro dos seus passatempos preferidos, que era encontrar relações secretas entre a vida e a matemática. A vida é uma curva num espaço de n dimensões ou será uma série convergente composta por termos lineares? Sim, uma série convergente, talvez seja isso. Serviço mais aulas mais Mity mais casa mais cinema mais amigos mais festas mais o Homem-Jibóia mais discussão sobre a guerra, tudo isso não seria uma série de Fourier? <<E sabes que mais>> gritava kota Venâncio <<a minha esperança, a minha última esperança é que, com o desenvolvimento da sociedade, a guerra se converta num tabu, é a única forma de acabar>>. Pausa geral. <<Um tabu? Explica lá isso, ó kota, troca-me essa abstracção por miúdos>> contrapunha Samuel Zau. <<Sim, um tabu>> repetia o kota Venâncio Seboleiro. Fez uma pausa, inspirou o ar da tarde morna. <<Se olhares para a evolução das sociedades chegou um período em que o incesto, em função dos resultados negativos que produzia, foi banido, virou um tabu e pronto, a endogamia acabou. Agora explica-me por que isso não pode suceder com a guerra?>> interrogava o kota, acentuando com clareza a pertinência do argumento. Mas Samuel Zau não estava convencido, <<Ó kota, isso não pode ... isso é mambo pesado ... a guerra faz parte da natureza humana... onde há homem há guerra... acabar a guerra é como pedir esmola a um ladrão ou pôr um vegetariano a chefiar um talho>>. E o kota, sempre em forma, a ripostar: <<Mas aí é que está o mambo. O incesto produzia algumas dezenas de crianças atrasadas numa sociedade mas a guerra produz milhares, a guerra trivializa todas as mutilações e afecta duas, três gerações, que se perdem completamente. Isto não é irracional?>>(...)"

Desconseguiram Angola
António Costa Silva
Guerra & Paz (2025)

terça-feira, 18 de março de 2025

Tempos que correm ...

Passaram cinco anos sobre o suplício que foi a pandemia do vírus "Corona"; a guerra na Ucrânia já ultrapassou os três; o conflito israelo-árabe (fica bem, escrito assim) dura há quase oitenta. Por mais que o Papa apele, não parece que alguém o ouça nem que haja alterações, ou melhor, decisões que acabem com este mundo de interesses, hipocrisias e "lata".

Hoje, mais umas centenas de palestinianos foram mortos; um sem número de ucranianos e russos devem ter seguido o mesmo caminho; outros "muitos" pereceram pelo resto do mundo e já nem notícia são.

A ONU e o "nosso" Guterres nem se ouvem, mas continua a haver muita esperança: o cavaleiro russo e o americano da popa amarela "namoraram" mais de duas horas. Foi só ao telefone, claro, mas há muitos casamentos que começam assim ...

terça-feira, 4 de março de 2025

Carnaval

Está quase no fim a folia! O tempo não ajudou mas vai ser um Carnaval recordado por muitos anos, talvez até para ficar na História e ser objecto de estudo aprofundado pelas gerações vindouras.

Por cá, vivem-se dilemas difíceis de resolver, entre moções de confiança ou de censura, comissões parlamentares de inquérito, vidas privadas e aproveitamentos públicos. O Governo, titubeante, comporta-se como o menino que foi apanhado a fazer malandrices na aula e não sabe o que há-de responder ao professor. Marcelo ainda está a decidir se manda uma carta ao Encarregado de Educação ou prefere o silêncio, que é de ouro e ajuda sempre.

Por lá, bem longe daqui (ou será perto?), o homem da poupa diz, com todas as letras "quem manda sou eu". Trata mal a visita, que teve a lata de não levar fato e gravata, mesmo que fosse curta. Obteve largos aplausos russos, ainda que não se saiba ao certo se foram por ele ter ideias brilhantes ou por ser um enorme idiota.

A Europa assiste, com a senhora Von der Leyen a clamar pela necessidade, imperiosa, de se gastar muito dinheiro em armas e munições e António Costa talvez a dizer, com os seus botões, "onde eu me vim meter. Até pareço o Guterres!".

E, no meio disto tudo, recebi ontem (mais) uma carta da Unicef, a pedir-me nova ajuda para as crianças que, todos os dias, morrem de fome.  

sábado, 1 de março de 2025

Carnaval

É por estas ( e por muitas outras) que, mais de meio século depois da primeira vez, ainda faz sentido continuar a ler o Expresso.

Em papel, claro!