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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Balanço 2025

A rotina determina ( e cada vez se nota mais) o ciclo das horas, dos dias, das noites, dos meses e até dos anos. Em resumo: manda na vida e cada vez mais impõe a sua vontade.

São raras (e muitas vezes enervantes) as excepções, precedidas sempre dessa dúvida "metódica": "e se ...".

As leituras fazem parte da rotina diária de há muitos, muitos anos e, espero, manter-se-ão por muitos mais, até que a vista e a "pinha" consigam, uma ler, e outra, entender.

O registo informático informa que, em 2025, o número de livros lidos foi ligeiramente abaixo do do ano anterior, circunstância que me deixou um pouco admirado. Será do tempo?




quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Balanço 2022

Cumprindo a tradição (inovar já não é tarefa que me motive nem espaço que me acolha), ainda que com um ligeiro atraso, ficam as capas dos livros que li em 2022, digitalizadas, tratadas em Power Point, e, finalmente, convertidas em imagem JPG e aqui "plantadas" na esperança de que, para o ano, se repita a acção.

Muitos ou poucos, não interessa. Contribuí para que a estatística de livros lidos não seja tão baixa e para que os escritores, os editores, as livrarias, continuem a sobreviver e a dar-nos sempre livros, bons, de preferência.

De alguns foram deixados por aqui alguns excertos. Isso não significa que outros o não merecessem tanto ou mais. A ocasião faz o ladrão e o momento da leitura também desperta o entusiasmo da partilha.

Se, um dia, alguém se quiser dar ao trabalho de procurar nas estantes as obras pelas quais passei as mãos, os olhos e a "pinha", tem a tarefa mais facilitada pelo menos em relação aos últimos anos.

Sou um lírico, assumido. Porventura haverá alguma alma que perca tempo com isso?!



segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Balanço 2021

Noutros tempos esta era a altura para olhar custos e proveitos, activo e passivo, cumprimento de objectivos, início da preparação para o parto das reuniões que analisariam com rigor os números, os quais, mesmo atingidos, seriam sempre insuficientes e o "filho" nado poderia ter sido muito melhor.

"Este ano temos de crescer mais, já sabem! Aproveitem o balanço. Vai ser fácil! Na próxima semana terão os números definitivos."

Era a vida, por vezes a esgotar a paciência e a trazer à ponta da língua uma vontade louca de os mandar a todos àquela parte.

Agora, o balanço é uma brincadeira sobre as leituras do ano, em formato livro. As outras, dos jornais e revistas, não têm por aqui cabimento. Neste balanço, não há análise aos números, não foram fixados objectivos, nem há reunião de apreciação. Há alguns custos, que já se diluíram e provam a sensatez do ditado: "dinheiro gasto não faz falta a ninguém". Na antítese, os proveitos são de tal forma significativos que nem se conseguem contabilizar.



sábado, 2 de janeiro de 2021

Balanço 2020

A idade parece trazer mais tendência para a rotina e a pandemia reforçou. Poucas alterações no dia-a-dia, uma ida ao café, rápida, a visita ao mar da Foz do Arelho, o entretenimento no jardim, umas caminhadas, algumas conversas com amigos e pouco mais, se descontarmos Julho e Agosto em que a praia foi rainha. Nem uma viagem, um espectáculo de teatro ou de música, apenas uma ida ao cinema, que nem sequer correu muito bem. Cuidado, sempre muito cuidado, foram as recomendações sempre ouvidas nas notícias e dos mais próximos. E o medo é que guarda a vinha.

A leitura, que sempre ocupou, ao longo de toda a minha vida, um espaço regular, diário, maior ou menor consoante a disponibilidade, foi rainha nestes nove meses de desassossego. Os livros lidos foram muitos. Exagero! Podiam ter sido mais, ainda faltam ler tantos, mas o tempo vai encurtando ...

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Balanço 2019

O balanço costumeiro não leva, neste ano, grande e muito menos eloquente texto de apoio porque já estou na idade de fazer (ou não) o que me apetece, apenas porque sim.
Caprichoso, dirão uns, convencido, tornarão outros. Queremos lá saber se leu muito ou leu pouco! Seria muito mais interessante saber da vidinha, o que fez, por onde andou, tudo tudo o que hoje interessa e se retrata diariamente nas redes sociais, desperta interesse, curiosidade e motiva a imaginação de alguns e os comentários, ferventes, de muitos. Não estou para aí virado!
Já poucos têm paciência para ler! Está tudo reunido no Google, no Facebook, no Instagram e no Twitter. E, por lá, o "conhecimento" é instantâneo, como o pudim ...
Para quê perder tempo, quando está tudo à mão de semear e já mastigado.
Já não mudo. Ainda me faltam ler tantos livros, que já não vou ter tempo de os ler todos, nem que por cá andasse até aos 100 ...
Cumpra-se o registo dos que, a par de algumas releituras, foram lidos pela primeira vez em 2019.



segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Balanço 2018

A tradição é, nesta altura, um tema dúbio, que promove discórdia e é tratado consoante os interesses de quem mais procura protagonismo, populismo ou parvoíce. 
Uns, como os "Bolsonaros" brasileiros, clamam que "menino veste azul e menina cor-de-rosa; outros pretendem que "atirei o pau ao gato ou matar dois coelhos com uma cajadada" são adágios que vão contra o respeito devido aos animais; outros, felizmente poucos, acham que o Botas devia voltar, para gáudio de alguns marialvas que por aí ainda pululam. Tradições ...
Por aqui, a tradição mantém-se no balanço dos livros lidos no ano anterior, para que os "meus homens", já todos falantes mas ainda nem todos leitores, possam amanhã ver quais foram os livros que o avô foi lendo enquanto eles cresciam.




domingo, 7 de janeiro de 2018

Balanço 2017

Apenas como resquício do passado e para cumprir a tradição aproveitando os recursos informáticos, fica o registo dos livros lidos em 2017, sempre com a esperança de despertar o interesse dos meus mais novos para as leituras que, em cada tempo, considerei valerem a pena.

O ano de 2017 já lá vai! O Presidente Marcelo está quase recuperado da operação à hérnia e vetou o "arranjinho" dos partidos; o Trump discute o tamanho do botão com o Kim Jong e conclui que o dele é maior do que o do coreano; a Comissão Europeia vai (agora) investigar o papel (pardo) vendido pelo BES; o Banco Popular já morreu e decorrem esta semana as cerimónias do seu enterro; o mar continuará a bater na rocha e a lixar o mexilhão. 
Esqueçamos o que já lá vai, façamos votos para que o 2018 decorra sem sobressaltos de maior, que os olhos me continuem a permitir ler e que Portugal seja campeão do mundo na Rússia.




terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Balanço 2016

Cumpridas as Festas, digeridas as comezainas, guardados os votos ouvidos e expressados, eis-nos chegados a 2017 com a esperança de que ele seja melhor do que o seu antecessor e traga tudo aquilo que as pessoas, por todo o mundo, incessantemente pediram.
O balanço far-se-á no final, como manda a tradição e, se tudo correr com normalidade, por mim já será feito fora da actividade profissional e, espero, como um reformado satisfeito.
Até lá, a guerra na Síria deve continuar e é provável que apareça noutros locais; a nossa atenção estará virada para os USA, sempre à espera das surpresas (ou não) do Trump; António Guterres dormirá pouco para conseguir levar a nau da ONU a bom porto; Angela Merkel poderá perder as eleições na Alemanha e Marine Le Pen ganhá-las em França; não deverá ser preciso esperar até ao final do ano para que o Banco Central Europeu autorize a administração da Caixa a tomar posse; o mar continuará a bater na rocha e a uma maré vaza seguir-se-á sempre uma maré cheia.
Entretanto e porque sou um lírico com esperança que algum dos meus netos, um dia, tenha a curiosidade de ver o que o avô leu em 2016, cumpra-se a tradição abrindo o registo informático, obtenham-se as capas e faça-se a necessária montagem: são mais de meia centena.


sábado, 2 de janeiro de 2016

Balanço 2015

Mais um ano chegou ao fim e, por isso, fica bem aqui um registo, em jeito de balanço, não exaustivo nem choramingas, antes objectivo e circunscrito, e apenas ... porque sim.
A consulta ao programa informático que gere a minha "biblioteca" devolve 42 livros lidos em 2015, apesar de (ainda) não estar reformado. Alguns, poucos, são releituras e a grande maioria, romances. Predominam os autores portugueses contemporâneos, muitos já consagrados nomes das nossas letras.
Não revelo se gostei mais deste ou daquele, se esperava mais do último ou do anterior. Digo apenas: gosto de ler e leio mesmo e, em 2015, ainda fiz muitas outras coisas, boas e más, que me dispenso de "balancear"!
Bom Ano de 2016 ... num tempo que se espera novo.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Balanço 2014

De forma recorrente e sempre que mais um ano chega ao fim, surge um sem número de "balanços" versando os mais variados temas e formulando os habituais (e muitas vezes cínicos) votos de que o novo seja melhor para todos e traga as venturas que o que parte não repartiu.
Já em 2015, ao som do Concerto de Ano Novo que a RTP 1 transmitiu directamente de Viena, também embarquei e alinhavei meia dúzia de linhas que permanecerão "hibernadas" por aqui e que, espero eu, serão um dia lidas pelos meus vindouros, com um sorriso condescendente para com as limitações que, nessa altura, ainda serão mais evidentes.
O ano de 2014 foi fértil e seria pretensioso querer deixar aqui, mesmo em resumo, referências a tudo o que aconteceu. Ficam apenas as anotações do que vem à lembrança de quem, desde sempre, foi lagartixa na sociedade sem querer ser jacaré e procura, ainda hoje, ser crocodilo no conhecimento.
Ainda não foi em 2014 que se resolveram os grandes problemas do mundo e, ao contrário, muitos deles agravaram-se de tal modo que é difícil prever aonde nos levarão.
A anexação da Crimeia, o conflito na Ucrânia, as guerras religiosas, o novo estado islâmico, a fome e a miséria em África, o desemprego e a frustração na Europa, os desastres aéreos, a mortandade no Mediterrâneo, os "drones", a devassa da privacidade, as negociatas e a lógica dos mercados, os interesses, os meios que justificam os fins, a descida de petróleo para valores que os distintos analistas nunca previram, as taxas de juro ao "preço da chuva", e a economia ... estúpido.
Registe-se, no contraditório, o novo som da Igreja Católica pela voz do Papa Francisco.
Por cá surgiram grandes e inesperadas novidades, com altas figuras a serem condenadas, um ex-primeiro-ministro e vários quadros superiores do Estado detidos e indiciados de um crime que, até aqui, raramente fazia parte da "livraria" judicial. 
Pelo caminho, o Governo preocupa-se por nós e resolve todos os nossos problemas com a autoridade e o saber só ao alcance das mentes escolhidas para esse efeito. Procura vender tudo o que é mal gerido no público e será excelentemente comandado no privado, mesmo que os comandantes sejam os mesmos que sempre tiveram a responsabilidade de dirigir e nunca foram responsabilizados por isso.
Morreu o BES e a Portugal Telecom, a TAP vai seguir o caminho da ANA, da EDP e da REN, entre outras. 
As empresas de trabalho temporário continuam a prosperar, alugando os "escravos" do século XXI por preços cada vez mais competitivos. Os impostos sobem sem dificuldade, as despesas não diminuem nem mesmo de forma simbólica, a saúde e a ciência estão em busca da amargura, seguindo pelas ruas da mesma. 
Existe uma casta de privilegiados que se protege com a mesma manta e um número cada vez maior de pessoas sem emprego, sem esperança mas com futuro garantido ... se abalar daqui.
A Filarmónica de Viena surge, agora, com o início da valsa suprema - Danúbio Azul. Valha-nos isto!
Um esforço contínuo para, tentando estar a par de tudo o que à minha volta se passa, conseguir o isolamento necessário para pensar pela minha cabeça.
Em 2014, para além dos 52 "Expresso", das 52 "Visão" e de igual número das "Gazeta", do JL e do Courrier, li outros jornais e
revistas, incluindo alguns que disso só têm o nome. Ouvi notícias, vi (pouco) cinema, fui ao teatro, a concertos, passeei, deliciei-me com o mar da Foz (já lá fui hoje), trabalhei como sempre (13 horas, pelo menos, entre a partida para e o regresso do), não tive grandes achaques, vi crescer os meus netos e preocupei-me com os meus filhos, mantive comigo pessoas que estão sempre presentes e nunca serão esquecidas.
Conduzi mais de 5 dezenas de milhar de quilómetros, nadei alguns milhares de metros, caminhei umas dezenas largas de quilómetros, vi futebol e alguns outros desportos, reli poesia - Sophia, Torga, Maria Teresa Horta, entre outros. Fiz muitas outras coisas que não recordo e outras que não devo recordar e ainda li 44 novos livros, de acordo com a estatística que os registos informáticos me facultam. 
Tudo isto em 2014! E em 2015, como será?

domingo, 29 de dezembro de 2013

Balanço ou estatística

No final de cada ano é uso e costume fazerem-se os mais variados balanços, com gente de todas as especialidades a elencar o que de mais importante se passou no que está a terminar, dando lugar a um novo, no exacto momento em que, cumprindo a tradição, se comem as passas e se formulam os desejos.
As novas tecnologias permitem registos e análises, as mais diversas, proporcionando-nos evidências que, sem elas, dificilmente nos conseguiríamos lembrar. Contribuem para que os balanços sejam fiáveis e possíveis para qualquer tema ou acontecimento.
Tenho (quase) todos os meus livros numa base de dados (congeminada pelo meu filho, diga-se em abono da justiça), que me permite registar, para além do autor, do título, da imagem da capa, da edição, da colecção, o sítio onde está colocado, a data da compra e a data da leitura. 
Utilizando esse arquivo, posso fazer as mais variadas consultas e, por isso, ontem resolvi verificar quantos livros tinha lido em 2013. O "boneco" respondeu: 38
São muitos, são poucos, foram … milhões de palavras que passaram pelo crivo do meu cérebro, exprimindo ideias, relatando factos, contando histórias, evidenciando sentimentos. Ficarão guardadas nas gavetas da memória, à espreita de uma oportunidade de se exibirem e ganharem vida ou, o que é mais provável, a adormecerem num sono justo sem darem mais sinais de vida.
Um livro deixa sempre uma marca, maior ou menor, não importa. No conjunto deste ano, há vários que têm lugar mais destacado nas tais "gavetas" e não as deixam fechar. Um deles está ainda bem em cima do "móvel": As luzes de Leonor, de Maria Teresa Horta, mais de 1.000 páginas que acabei de ler em Maio e às quais voltarei um dia destes, para saborear.