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sábado, 27 de julho de 2024

Esforço

Acordo bem cedo e, quando esperava e ansiava por um céu azul e um sol radioso, constato que nem é preciso ir regar o jardim. Choveu durante a noite e o borriço está para ficar, pedindo um casaquinho e um guarda-chuva, para prevenir constipações.

Tudo alterado. Não há praia ou, melhor dizendo, em jeito de grito de manif:

- Não à praia, sim às compras!

É um privilégio viver no Oeste. Toda a gente a bufar de calor, quarenta graus em Castelo Branco, trinta e nove em Santarém, avisos amarelos e laranjas, incêndios e cortes de estrada por via dos ditos e, por aqui, parece que estamos a chegar ao Natal.

Pior, só na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, que S. Pedro quis assinalar com grossas bátegas, talvez para lembrar a alguns dos presentes (e a muitos ausentes) que o esforço olímpico tem de ser diário e alargado aos "atletas" que comandam as "tropas". 

domingo, 8 de agosto de 2021

Desporto

Chegam ao fim os Jogos Olímpicos 2020, realizados em Tóquio este ano, em consequência das limitações impostas por esse malfadado vírus que teima em manter-se na nossa companhia, apesar dos sentimentos que desperta e das vacinas que vão sendo dadas. Que me lembre, são os primeiros Jogos que acontecem em ano ímpar e julgo até, sem ter recorrido à "enciclopédia Google", que tal nunca se tinha dado.

Portugal teve uma participação "curiosa", arrecadando o maior número de medalhas de sempre - uma de ouro, por Pedro Pablo Pichardo no triplo salto, outra de prata, por Patrícia Mamona também no triplo salto, e duas de bronze, uma no judo por Jorge Fonseca e outra na canoagem, por Fernando Pimenta. Foram tidas e mostradas algumas atitudes e reacções que não lembram "ao diabo" mas lembraram a algumas pessoas com responsabilidades, de atletas a jornalistas. E foi pena!

O desporto, mesmo para os que dele fazem profissão, encerra um princípio elementar e que tem de estar sempre presente - saber perder. Deve aprender-se de pequenino e permanecer para sempre, a não ser que o mundo esteja de pernas para o ar e que andemos todos na Lua. Para que alguém possa ganhar tem de existir pelo menos um que perca. E o que é normal é perder, porque só há competição quando os participantes são pelo menos dois, e apenas um fica em primeiro.

Um pouco de humildade faz sempre bem, mesmo quando se foi ou ainda se é atleta de primeira linha.