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quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Festas

A noite de ontem fica na história pela despedida, brilhante, de Ruben Amorim, com a vitória do "seu" Sporting sobre o futuro rival Manchester City, com um resultado que ninguém esperava: 4-1. Amorim ganhou, e bem, despedindo-se de Alvalade pelo portão enorme e abrindo as portas de Manchester com direito a trombetas e desfiles de gala. Não é muito comum nos treinadores de futebol, mas aconteceu.

Do lado de lá do Atlântico, contrariando as previsões de muitos comentadores televisivos, a democrata Kamala Harris não foi capaz de fazer frente ao "poupinha loira", que os eleitores americanos entenderam ser o "deus" indicado para os guiar nos próximos quatro anos.

Tenho para mim que vai ser um período de luxo, com tiradas diárias indignas da tasca mais rasca e decisões que tornarão o mundo ainda mais complicado do que ele já está hoje. A ver vamos ... como diz o cego!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Divagações

Desde sempre que encaro cada dia como um novo começo, o início de um ciclo, uma nova batalha, mais um desafio. O passado tem influência, dá lastro e experiência, permite corrigir e evitar, recordar, destapar, ponderar.

Mas é o futuro, sempre o futuro, que interessa. É nele que nos projectamos, nos debruçamos, nos despimos e nos mostramos capazes, com a preocupação de tornar cada dia melhor do que o anterior. Não vai ser sempre possível. Não há estradas sem curvas, mares sem ondas, céus sem nuvens. Há um caminho a ser percorrido, com dedicação e profissionalismo, honestidade e preocupação, não isento de erros e apenas com a certeza de que, todos os dias, nos tentamos superar.

Surgirão - surgem sempre - aqueles dotados que tudo fariam muito melhor e que detêm a receita milagrosa para a pior doença. A maior parte são frustrados tocadores de ouvido, para quem o compasso da vida apenas desenha arcos e nunca circunferências.

Inicia-se hoje um novo ciclo, lá bem no centro da Europa, com muito frio e os tiros bem perto. Vai trazer a ansiedade distante bem perto, preocupação, receio e também, esperamos todos, muitas alegrias.

Continuarei, sempre, um "tuga" empedernido, mas vou "estar" polaco durante uns tempos.

quinta-feira, 3 de março de 2022

Incerteza

Há quase dois anos (o blogue começou há quase 16) que, diariamente, deixo por aqui um testemunho, uma lembrança, um sonho, uma utopia, um acontecimento, um propósito, uma estória.

Muitos posts foram dedicadas à epidemia que nos assaltou e que, finalmente, parece estar a tender para zero. E quando se projectava uma dificuldade grande em arranjar temas, para quem já não trabalha, pouco sai e tem um convívio cada vez mais reduzido (talvez volte um dia destes), eis que a Rússia resolveu agitar as águas e dar mote a todas as conversas, notícias e comentários, abanando toda a gente e clarificando que, apesar de o vírus ter matado muita gente, não "limpou o sebo" ao egoísmo, à mania do poder, ao quero, posso e mando que (ainda) grassa por esse mundo fora e com bastantes apaniguados.

Razões houvesse, e não há, pelo menos a olho nu, ainda assim, entrar na casa de um vizinho para lhe destruir a habitação e obrigá-lo a dobrar-se à sua opinião e regras, seria sempre um atentado à liberdade, à convivência, ao sentido da vida. Inominável!

Ainda é cedo para perceber como irá acabar. Já terminou para muitos. Para os que ficam, marcará, de forma indelével, o seu futuro.

Que mais irá acontecer que ainda hei-de ver?

terça-feira, 16 de março de 2021

Futuro

Faz hoje um ano que coloquei aqui o primeiro texto sobre o "bicho". Também passam hoje 47 anos do levantamento do "meu" RI5, que serviu de prólogo ao 25 de Abril. Uma poeta que muito admiro - Natália Correia - deixou-nos também neste dia, há 28 anos.

Porém, como a vida não é feita de passado e sim das portas abertas para o futuro, o meu neto GRANDE, que ainda não tem 15 anos, fez isto, apenas com um telemóvel.


E ainda há quem diga "no meu tempo" ...

sábado, 25 de julho de 2020

Futuro

"Somos um país de muitos eus e poucos nós. E temos eus muito insuflados."
António Costa Silva
Entrevista ao Expresso

E não se pode exterminá-los?
Foram sempre meia dúzia de "eus" que determinaram o rumo, organizaram o barco e, no fim, se locupletaram com a mais-valia resultante. E os exemplos são muitos e bem conhecidos.
A opinião pública é condicionada por uns poucos, velhos na idade e na opinião. São sempre os mesmos que aparecem nas televisões e nos jornais, com as mesmas ideias sobre tudo e sobre nada, comentadores do óbvio, críticos de tudo o que aparece e não tenha sido por eles parido, da erva daninha à vivência no céu, enxameando a comunicação social, saltando de um  jornal para outro, de uma televisão para a seguinte e desta para a outra e ainda mais outra. São advogados célebres, economistas fecundos, gestores infalíveis, capazes de prever tudo e o seu contrário, do crescimento do PIB à taxa de desemprego, das exportações à capacidade industrial, do tempo ao vento que soprará, da cor das calças à sola dos sapatos, da vírgula do decreto ao decreto da vírgula.
E mantêm-se no ar, falando de cátedra, sem contraditório e "apenas" como opinadores.
Raro é ouvir-se a opinião de quem é novo, tem o futuro à frente e a genica para o enfrentar. Apesar de haver tanta sapiência sobre futebol, continua a haver muita gente que quer, a todo o custo, manter-se na equipa principal, mesmo que as pernas já impeçam ou, pelo menos, dificultem a corrida.
O futuro passa pelos novos talentos, pelos que não têm o "eu" insuflado, que têm a humildade de estudar antes de afirmar, dos que se colocam em dúvida sistemática, dos que têm capacidade para entender que estão longe de saber tudo e que só o reconhecimento da ignorância permite dar passos em frente.
O plano de António Costa Silva até pode saber a pouco, ser redutor, mas, como o ovo de Colombo, foi escrito e divulgado, mexendo com os egos instalados e com os que estão a preparar as espingardas para a abertura da caça ao "cacau".

domingo, 19 de outubro de 2014

O presente e o futuro

Afinal, o futuro é hoje e urgente.
"Quem sente não consente"
Apesar de nos quererem mentecaptos, de nos massacrarem com o défice, a dívida, a crise e mais alguns "palavrões" de um vocabulário cada vez mais redutor, ainda há quem pense, e diga, bem alto, o que lhe vai na alma e onde devemos colocar as fichas para que a aposta do futuro possa ser ganha.
Vale a pena ouvir, e registar, a lição de Sampaio da Nóvoa ...

domingo, 17 de março de 2013

Futuro ou a eterna juventude

E foi isto que se construiu?

As consciências de quem "governa" este país e esta Europa estarão tranquilas?

Não há alternativa?

Vão bugiar ... antes que o espelho se parta!

terça-feira, 12 de junho de 2012

E o futuro é hoje ...

Porque vale a pena preservar, para memória futura, quando a história julgar os "vendilhões do templo" e os vindouros verificarem que, apesar de tudo, houve alguns dos nossos melhores que não calaram, não foram subservientes nem politicamente correctos, e usaram a liberdade, clamando de forma clara que o rei deste neoliberalismo que nos entra pela casa dentro todos os dias afinal vai nu e que só conseguiremos sair deste atavismo se valorizarmos e utilizarmos o conhecimento, a educação, a cultura, a ciência, para seguirmos em frente.

Que grande aula deu o Professor Nóvoa para a nossa história e para que os meus netos não tenham vergonha do país onde nasceram.



"(...)Mesmo na noite mais triste, em tempos de servidão, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não(...)" (Manuel Alegre - Trova do Vento que passa)