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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Que parva que eu sou ...

Agora, aqui, sem imagem mas com a qualidade de som que a canção merece, o (novo) hino dos Deolinda, com a voz e a irreverência de Ana Bacalhau.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Manifesto, revolta ou realismo

Já antes tinha "postado" sobre os Deolinda

Aquando do primeiro trabalho apresentado e após um excelente concerto nas Caldas, disse o que me ia na alma aqui.

Dois anos depois, por alturas do lançamento do segundo CD, voltei a manifestar-me aqui.

Agora, enquanto se aguarda um novo trabalho discográfico, aparece outra surpresa deste grupo, que transporta ar fresco e qualidade musical, juntando a isso letras incisivas, que espelham criticamente o que vai por cá, numa demonstração de que, afinal, há jovens com espírito, irreverência e qualidade, que nos cabe escutar e que merecem ser ouvidos.

Dos recentes concertos ao vivo, mais um "hino" dos Deolinda:

Porque a qualidade do vídeo é fraca, fica a letra enquanto o grupo não grava a canção em melhores condições técnicas.

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
 
Porque isto está mal e vai continuar, 
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!

E fico a pensar, que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração casinha dos pais,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!

Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!

E fico a pensar, que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração vou queixar-me pra quê?
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!

Sou da geração eu já não posso mais
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!

E fico a pensar, que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dois selos e um carimbo

Há cerca de ano e meio publiquei aqui um comentário sobre a crise que então se vivia, utilizando o disco que os DEOLINDA tinham acabado de editar. Em concreto, referia uma das músicas do album, a qual, na minha opinião, fazia (e faz) um excelente retrato do que somos enquanto povo - diligentes, críticos, lutadores, solidários - mas sempre com qualquer assunto inadiável que nos impede de comparecer onde possa "cheirar a esturro", muito embora estejamos sempre de corpo e alma com o que por lá aconteça ("Vão sem mim, que eu vou lá ter").
Tal como a crise, também os DEOLINDA cresceram.
Apresentaram recentemente o seu segundo trabalho, ainda mais conseguido do que o anterior, e que, de novo, traz um "boneco" caracterizador do Portugal que somos: a fobia de figurar no Guinness já nos proporcionou uma infinidade de realizações, que vão desde o banquete na Ponte Vasco da Gama à pirâmide de cavacas nas Caldas (as abelhas deliraram), passando pelo assador de castanhas de Vinhais e pelo Pai Natal de Torres Vedras.
Não faço ideia se o emblema do Benfica, com cerca de 80 metros, que apareceu na Malveira terá o mesmo destino mas não restam dúvidas que o maior mastro do mundo é português!

sábado, 18 de outubro de 2008

Crise (2)

Um retrato do que somos enquanto povo, fotografado pelo olhar crítico e satírico de um grupo de gente jovem que, "agora sim", tem de dar a volta a isto.

Vale a pena ouvir e, já agora, consultar os fundamentos da petição que está disponível na Net, para que o Movimento perpétuo associativo se torne Hino Nacional.