A todos os que, apesar da vertigem da actualidade, ainda perdem tempo a passar por aqui, desejo um excelente Natal e um Ano Novo com saúde, alegria e, principalmente com a paz que tão arredia tem andado por esse mundo fora.
Casa situada na cidade das Caldas da Rainha, "nascida" em 1976, numa rua sossegada, estreita e, desde Abril de 2009, com sentido único. Produção: dois frutos de alta qualidade que já vão garantindo o futuro da espécie com quatro novos, deliciosos. O blog é, tem sido ou pretendido ser uma catarse, o diário de adolescente que nunca escrevi, um repositório de estórias, uma visão do quotidiano, uma gaveta da memória.
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
segunda-feira, 24 de maio de 2021
Música
Os anos passam mas o que tem qualidade permanece, felizmente.
E como sabe bem ouvir, especialmente quando os dias amanhecem morrinhentos, ainda que estejamos no final de Maio. Isto anda tudo trocado ....
segunda-feira, 11 de maio de 2020
Quotidiano
Hoje foi um dia em que a imaginação andou arredia e o tempo foi pouco para as tarefas tidas.
Apenas para que a quarentena não fique com pena de não ter qualquer registo, aqui fica a Primavera em música, com a esperança de que o Corona nos deixe ir à praia assim que o Verão chegar e que os constrangimentos sejam mínimos.
quarta-feira, 15 de abril de 2020
Quotidiano
Ainda não foi hoje que fui à Foz!
As recomendações das autoridades para os grupos de risco, as chamadas de atenção familiares para a minha normal rebeldia, obrigam-me a ser cordato, obediente e educado ou, como se dizia em tempos longínquos de má memória, atento, venerando e obrigado.
Cumpro, respeitosamente, as ordens da senhora Directora Geral de Saúde (não consigo escrever DGS), por entender que é o melhor para todos, incluindo para mim, que pertenço ao grupo de risco, e por entender que a senhora merece ter esta modesta compensação, pelo enorme esforço que tem feito.
Este mês deve ter sido o mais comprido de toda a sua vida e isso está bem expresso na sua cara, quando, diariamente, nos entra pela casa. É visível o cansaço, que deixa marcas, mas também a paciência de JO que evidencia perante algumas perguntas (im)pertinentes.
Não quero ser ave de mau agoiro, mas estou convencido que, no final, será ela o "guarda-redes". Se não houver golos, não fez mais do que a sua obrigação; se correr mal, via-se logo que ia haver "frango".
Continue a mandar, Doutora Graça Freitas, que quem decide será sempre criticado.
"Os cães ladram e a caravana passa", diz o velho adágio.
quinta-feira, 26 de março de 2020
Quotidiano
Do Público de hoje:
- Em Portugal
" Como enfrentar a epidemia em acampamentos sem água?
Há mais de três mil famílias ciganas a viver em tendas de lona, barracas de madeira, tijolo e/ou zinco ou autocaravanas."
- No estrangeiro
" Gaza, com dois infectados, está aterrorizada. Juntando-se à falta de luz, densidade populacional enorme e uma frágil sistema de saúde, o covil-19 é um inimigo terrível."
Não é preciso procurar muito para encontrar, ao nosso lado, quem esteja muito, mas muito, pior do que nós.
domingo, 15 de abril de 2012
Madredeus
Ontem foi noite de concerto no CCC, que ainda permanece frio, à espera que a austeridade desapareça ou que o verão surja, quentinho.
Os Madredeus escolheram as Caldas para apresentarem ao vivo o novo disco - Essência - recentemente editado e que assinala os 25 anos do grupo. O trabalho é uma visita a alguns dos muitos êxitos que, ao longo deste quarto de século, nos habituamos a ouvir, a ver e a apreciar, e que surgem como uma roupagem nova, mais cheia e mais lenta.
Do anterior agrupamento restam Carlos Maria Trindade e Pedro Ayres de Magalhães, surgindo um violoncelo a brilhar nas mãos de Luís Clode (foi professor no Conservatório de Caldas), dois violinos, Jorge Varrecoso e António Figueiredo, e a voz de Beatriz Nunes, a procurar fazer esquecer Teresa Salgueiro.
A primeira parte não foi brilhante, com a música a sobrepor-se demasiado à voz, algo tensa, de Beatriz Nunes, que parecia adivinhar as comparações que se faziam na plateia.
Na segunda parte, Beatriz Nunes surgiu mais tranquila e mais segura, resultando um excelente concerto, onde ressaltou a qualidade dos novos arranjos e o virtuosismo dos músicos.
Já passava da meia-noite quando se ouviu a última música dos "encores", com uma interpretação excelente, que nada ficou a dever à que abaixo se reproduz.
Uma pequena nota final: ao consultar a página dos Madredeus verifiquei que o primeiro concerto do grupo a que assisti aconteceu em 20 de Maio de 1994, no Mosteiro da Batalha. Já lá vão quase 20 anos!
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