Mais um dia grande para o futebol nacional, com a selecção principal a conquistar a Liga das Nações pela segunda vez, contra as perspectivas desenhadas pela crítica sabedora. E foi muito bonito de ver a capacidade de Nuno Mendes, numa equipa que procurou sempre, com "ganas", vencer "nuestros hermanos".
Casa situada na cidade das Caldas da Rainha, "nascida" em 1976, numa rua sossegada, estreita e, desde Abril de 2009, com sentido único. Produção: dois frutos de alta qualidade que já vão garantindo o futuro da espécie com quatro novos, deliciosos. O blog é, tem sido ou pretendido ser uma catarse, o diário de adolescente que nunca escrevi, um repositório de estórias, uma visão do quotidiano, uma gaveta da memória.
segunda-feira, 9 de junho de 2025
domingo, 6 de dezembro de 2020
Novembro ... que rumos
Há muito tempo que não comprava um CD físico. As novas tecnologias e a facilidade com que se obtém, ouve e vê tudo, de discos a grandes concertos, muito contribuíram para isso. Os discos de vinil voltaram a estar na moda, mas as novas formas são convidativas e apelativas.
Esta semana "violei" a regra e adquiri o último trabalho discográfico de Pedro Barroso, onde surge uma música cantada em duo com Patxi Andion. São dois músicos de quem me habituei a gostar há muitos anos e que partiram cedo e há relativamente pouco tempo: Patxi morreu em Dezembro de 2019 e Pedro quando a pandemia dava os primeiros passos, em Março deste ano. O disco foi produzido já com os problemas de saúde de Pedro Barroso a fazerem-se sentir bastante e o trabalho é claramente uma última memória que ele pretendeu deixar.
Ficam muitos discos, muitos concertos, muitas recordações e este último trabalho. Ouvi-o com toda a atenção e levei-o para junto dos outros. Não está autografado e não vale a pena deixá-lo preparado para essa possibilidade. Já não o será mas é como se estivesse.