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quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Publicidade

Tudo indica, de acordo com as notícias que nos chegam dos USA, que aquele paspalho que os americanos tiveram como presidente está, finalmente, a dar sinais de aceitar os resultados das eleições, reconhecendo Joe Biden como o novo inquilino da Casa Branca. Parecem estar reunidas as condições para que a posse, que ocorrerá em meados de Janeiro de 2021, decorra sem complicações de maior e, assim, seja virada uma página, negra, que ficará para a história dos USA e do mundo.

A associação de ideias, que vai aumentando em conjunto com a idade, traz as recordações de coisas, a maior parte insignificantes, passadas em tempos longínquos, deixando as de "ontem" num limbo ou numa gaveta que, por vezes, já tem dificuldade em ser aberta.

Desta vez, as notícias dos USA, trouxeram à memória a anedota aprendida há muitos, muitos anos, que utilizava o conteúdo de uma publicidade então muito em voga ao sabonete Lux e à pasta dentífrica Signal, associando-a à bandeira dos USA.

Numa amena cavaqueira, um dos presentes atira para o grupo:

- Alguém sabe qual é a bandeira mais higiénica do mundo?

Ninguém se manifesta. Expressar ignorância, em público ou em privado, é sempre confrangedor.

O bobo, após alguns segundos de silêncio, continua a sua actuação.

- É a bandeira dos Estados Unidos, claro.

- E porquê? questionam várias vozes em simultâneo, como convém na conversa à portuguesa.

- Simples. Tem 50 estrelas e nove de cada dez estrelas usam Lux; e nas riscas vermelhas contém hexaclorofene que torna o hálito puro e fresco.

O rasto da publicidade permanece por tempos infinitos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Diplomacia

Está em análise a possibilidade de Trump fazer um curso intensivo para aprender a contar até dez. O governo português foi contactado para fazer deslocar aos USA uma professora primária, das mais competentes que por cá existam, com o objectivo de, tão breve quanto possível mas nunca depois de Dezembro deste ano, pôr o Donald a contar de forma escorreita, mesmo que, para isso, necessite de utilizar os dedos das mãos.

Contudo, parece que a Melanie estará a colocar alguns entraves ciumentos e o próprio também não se apresenta de acordo com a decisão dos serviços secretos, principalmente por o curso lhe poder exigir a utilização dos dedos das mãos e isso o impedir de alisar as louras melenas. Este argumento, considerado muito importante, está a obrigar a uma mais exigente ponderação, por Trump considerar que a utilização dos dedos para compor o cabelo é obrigatória para manter a sua imagem de mais apessoado exemplar da espécie humana.

Para dirimir o diferendo, não está excluída a hipótese de recurso ao Supremo Tribunal, com o argumento de que a Constituição dos USA não impõe, explicitamente, que o Presidente do país saiba contar até dez ...

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Meteorologia

A meteorologia sempre foi, e continua a ser, uma ciência que assenta nas previsões e na análise das probabilidades, mantendo a esperança de ajuizar, de forma correcta, os imponderáveis que irão surgir.

Muitas vezes prevê chuva e, afinal, nem sequer surge um aguaceirito para regar as plantas; outras há em que faz avisos de três cores - amarelo, laranja e vermelho - sobre o vento forte que se aproxima, com rajadas ou sem elas, e com velocidades acima das que, legalmente, estão autorizadas para as localidades. 

Deve ser muito difícil estudar esta matéria e apresentar resultados que antecipem as realidades que irão ocorrer em todo o mundo. Todavia, há alterações no tempo que se adivinham e nem é preciso consultar o IPMA ou as aplicações disponíveis no telemóvel. O tempo está cheio de nuvens covidianas e, do lado de lá do Atlântico, há fortes indícios de que o sol irá continuar muito encoberto.

Cá ficaremos à espera de que sejam só previsões e que o tempo melhore ...

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Presidenciais americanas

O 45º. Presidente dos USA foi eleito contra todas as expectativas, todas as análises, todos os estudos de opinião, todas as evidências.
Às 3 da manhã ainda se punha em dúvida se seria possível, mas a realidade impôs-se, dura, crua e ... cruel.
O crescimento económico anunciado no discurso de vitória começará pela construção do muro do México? As portas da América serão fechadas? As mulheres voltarão a casa, para se dedicarem exclusivamente aos tachos, às panelas, aos filhos e aos maridos?  
A França terá o mesmo destino no próximo ano, elegendo a Le Pen? 
A Hungria já exultou de alegria. Não vi (ainda) notícias da Guiné Equatorial nem do maluco coreano.
Tenhamos esperança que poderá correr "assim assim". Já seria bom!
Viva a cultura das "massas"!!!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Barack Obama

Adormeci convencido de que iria haver mudança histórica que, uma vez mais, tenho o privilégio de (vi)ver.
Acordei com a rádio a noticiar: Obama eleito Presidente dos United States of America.
O sonho de Martin Luther King, a perseverança de Nelson Mandela, o querer de muitos, a esperança de inúmeros, a expectativa de quase todos, concentrada numa cabeça que, à partida, parece arejada e consistente, contrastando com a de um cowboy insolente, beligerante, demagogo e mentiroso.