OS ERROSA confusão a fraude os erros cometidosA transparência perdida - o gritoQue não conseguiu atravessar o opacoO limiar e o linear perdidosDeverá tudo passar a ser passadoComo projecto falhado e abandonadoComo papel que se atira ao cestoComo abismo fracasso não esperançaOu poderemos enfrentar e superarRecomeçar a partir da página em brancoComo escrita de poema obstinado?
Casa situada na cidade das Caldas da Rainha, "nascida" em 1976, numa rua sossegada, estreita e, desde Abril de 2009, com sentido único. Produção: dois frutos de alta qualidade que já vão garantindo o futuro da espécie com quatro novos, deliciosos. O blog é, tem sido ou pretendido ser uma catarse, o diário de adolescente que nunca escrevi, um repositório de estórias, uma visão do quotidiano, uma gaveta da memória.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Palavras bonitas
terça-feira, 19 de junho de 2007
Perguntas idiotas
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Anedotas
Retrocesso ?!
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Palavras bonitas

MOINHO SEM VELAS
Meu moinho abandonado,
meu refúgio de inocente,meu suspiro impertinente,
meu social transtornado.
Meu sussurro de oceano,meu ressoar de caverna,minha frígida cisterna,minha floresta de engano.
Minha toca de selvagem,meu antro de vagabundo,minha torre sobre o mundo,minha ponte de passagem.
Meu atributo coitado,meu tanger de hora serena,rolo de pedra morena,silêncio petrificado.
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Livros (lidos ou em vias disso)
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Vida ?!
terça-feira, 22 de maio de 2007
Reflexão
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Aprender e saber

Há muitos, muitos anos, tive um professor que dizia, com alguma frequência que "quanto mais sabemos, mais ignorantes somos".
Perante a perplexidade do aparente paradoxo, ilustrava, no quadro ou no primeiro papel disponível, o seu ensinamento, desenhando, primeiro, uma pequena circunferência, na qual colocava dois raios que formavam um quarto de círculo. De seguida, desenhava uma nova circunferência, bem maior do que a primeira, e nela inscrevia, também, um quarto de círculo.
As circunferências ilustravam a dimensão dos campos de conhecimento, os quartos de círculo, a nossa sapiência (!?) e a conclusão era óbvia: à medida que o campo de conhecimento aumentava, o saber era maior, mas a área do desconhecido aumentava muito mais, verificando-se, de ciência certa, que o saber completo é inatingível e que, todos os dias, em todas as áreas, encontramos alguém que sabe alguma (muita) coisa que ignoramos.
Síntese: Aquele que pensa que sabe tudo, não é sapiente, é "sabão": meia dúzia de "lavadelas" e o "sabão" derrete-se.