Casa situada na cidade das Caldas da Rainha, "nascida" em 1976, numa rua sossegada, estreita e, desde Abril de 2009, com sentido único. Produção: dois frutos de alta qualidade que já vão garantindo o futuro da espécie com quatro novos, deliciosos. O blog é, tem sido ou pretendido ser uma catarse, o diário de adolescente que nunca escrevi, um repositório de estórias, uma visão do quotidiano, uma gaveta da memória.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
NETOS
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Palavras bonitas
Eu sou carvão!
E tu arrancas-me brutalmente do chão
e fazes-me tua mina, patrão.
Eu sou carvão!
E tu acendes-me, patrão,
para te servir eternamente como força motriz
mas eternamente não, patrão.
Eu sou carvão
e tenho que arder sim;
e queimar tudo com a força da minha combustão.
Eu sou carvão;
tenho que arder na exploração
arder até às cinzas da maldição
arder vivo como alcatrão, meu irmão,
até não ser mais a tua mina, patrão.
Eu sou carvão.
Tenho que arder
queimar tudo com o fogo da minha combustão.
Sim!
Eu sou o teu carvão, patrão.
José Craveirinha
A cópia do manuscrito deste poema encontra-se na Exposição "Casa dos Estudantes do Império", patente na galeria de exposições da Câmara Municipal de Lisboa.
A exposição, que tem como curador o caldense Jorge Mangorrinha, é uma iniciativa da UCCLA e manter-se-á aberta ao público, com entrada grátis, até ao dia 25 de Junho próximo.
Bethânia
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Quotidiano
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Palavras bonitas
Invadiram os séculos que estão dentro de nós
invadiram a língua o canto o ritmo
antes fossem exércitos fardados
antes as botas de um invasor visível
não esses missionários da nova fé
com seus mercados sobre os nossos ombros
e seus discursos de sílabas pontiagudas
para gente de espinha de curvar.
Quando eles falam o céu fica cinzento
e há um rasto de cinza e desamparo.
Apetece pegar no poema
e disparar.
Manuel Alegre
Bairro Ocidental
sexta-feira, 8 de maio de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
25 de Abril
domingo, 19 de abril de 2015
José Mariano Gago
Não tive o privilégio da jornalista Teresa de Sousa, que o conheceu de perto e em situações que já fazem parte da história, embora alguns pretendam que não passem do seu rodapé.
Mas sei, por experiência vivida aqui por casa, o que representou o trabalho de Mariano Gago em prol da Ciência e da Educação, com letra grande, claro, em homenagem a quem abriu um caminho que, depois de "asfaltado", se quer trazer de novo à "terra batida".
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Recusar parar
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Computadores
Sim, aos sistemas informáticos do Estado?



