No alto daquela serra não plantei uma roseira, como fez o outro!
Deixaram-nos por lá umas boas centenas de pinheiros, que vão crescendo, dia a dia, sempre com necessidade de alguns cuidados difíceis de concretizar por quem não tem saber nem experiência da arte.
Do alto do Montejunto vê-se a Foz, ouvem-se os passarinhos, sente-se a música do vento que, por lá, sopra de forma constante. E cresce-se, vive-se, faz-se "ginásio" e vê-se, claramente visto, que a agricultura é "a arte de empobrecer alegremente".
Que fazer? Enquanto as pernas deixarem, vamos subindo e descendo ...
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