Casa situada na cidade das Caldas da Rainha, "nascida" em 1976, numa rua sossegada, estreita e, desde Abril de 2009, com sentido único. Produção: dois frutos de alta qualidade que já vão garantindo o futuro da espécie com quatro novos, deliciosos. O blog é, tem sido ou pretendido ser uma catarse, o diário de adolescente que nunca escrevi, um repositório de estórias, uma visão do quotidiano, uma gaveta da memória.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Orçamento (II)
domingo, 11 de dezembro de 2011
Lagoa de Óbidos
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Bom gosto
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Orçamento
domingo, 27 de novembro de 2011
Fado - Património Imaterial da Humanidade
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Vinho azedo
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A mais bela Lagoa da Europa
Os agradecimentos devidos ao meu amigo VB, que me deu o privilégio de a admirar.
domingo, 30 de outubro de 2011
Palavras bonitas
Rio, múltipla forma fugidia
De gestos infinitos e perdidos
E no seu próprio ritmo diluídos
Contínua aparição brilhante e fria.
Nos teus límpidos olhos de vidente
As paisagens reflectem-se mais fundas
Imóveis entre os gestos da corrente.
E o país em redor verde e silvestre
Alargou-se e abriu-se modulado
No silêncio brilhante que lhe deste.
sábado, 22 de outubro de 2011
Crise
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Livros (lidos ou em vias disso)
Quando entrei no mercado de trabalho - há quantos anos, já lhe perdi a conta! - não havia subsídio de férias (nem férias), não existia subsídio de Natal (o Natal existia mas era bem mais curtinho) e o horário era uma coisa que constava de um papel afixado no escritório (havia um senhor que era o fiscal do dito) que, na prática se resumia a ter a hora de entrada e a hora de saída, com intervalo para almoço, para que o tal referido senhor consultasse quando visitava a empresa, na sua missão soberana de zelar pelo cumprimento da lei e, já agora, da ordem.
Passadas estas dezenas de anos, o horário já desapareceu há muito mas ainda consta do papel e os subsídios de férias e de Natal vão seguir-lhe o caminho.
Regredir é a palavra de ordem, ninguém sabendo onde se situará o fim desta "descida aos infernos".
Espera-se que a meta não seja o regresso a uma sociedade arcaica, castradora, insensível, desigual, propiciadora de situações como a que António Lobo Antunes ficciona no seu último romance, Comissão das Lágrimas:


