À BELEZANão tens corpo, nem pátria, nem família,nem te curvas ao jugo dos tiranos.Não tens preço na terra dos humanos,Nem o tempo te rói.És a essência dos anos,o que vem e o que foi.És a carne dos deuses,o sorriso das pedras,e a candura do instinto.És aquele alimentode quem, farto de pão, anda faminto.És a graça da vida em toda a parte,ou em arte,ou em simples verdade.És o cravo vermelho,ou a moça do espelho, que depois de te ver se persuade.És um verso perfeitoque traz consigo a força do que diz.És o jeitoque tem, antes de mestre, o aprendiz.És a beleza, enfim! És o teu nome!Um milagre, uma luz, uma harmonia,uma linha sem traço …Mas sem corpo, sem pátria e sem família,tudo repousa em paz no teu regaço!
Casa situada na cidade das Caldas da Rainha, "nascida" em 1976, numa rua sossegada, estreita e, desde Abril de 2009, com sentido único. Produção: dois frutos de alta qualidade que já vão garantindo o futuro da espécie com quatro novos, deliciosos. O blog é, tem sido ou pretendido ser uma catarse, o diário de adolescente que nunca escrevi, um repositório de estórias, uma visão do quotidiano, uma gaveta da memória.
sábado, 14 de dezembro de 2013
Palavras bonitas
domingo, 8 de dezembro de 2013
Nelson Mandela
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Livros (lidos ou em vias disso)
domingo, 24 de novembro de 2013
Estranho
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Língua portuguesa
O desenvolvimento frenético que o mundo regista obriga a que todos estejamos atentos ao que se passa à nossa volta, na procura da actualização constante das vertentes profissional e/ou pessoal, sendo certo que, por maior que seja o esforço, o saber há-de ser sempre infinito.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Recordando
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Quotidiano ou a falta de imaginação
- Eh pá embora usar um pin?
- Embora pôr o Rato Mickey?
- Mete-se antes a bandeira como o Obama
- Agora mandamos em vocês durante quatro anos, comem a sopa toda em lugar de verem os Simpsons.
- Ponha que é curtido, tio
Esta criançada é curiosa. Ensinaram-me que as pessoas não devem ser criticadas pelos nomes ou pelo aspecto físico mas os meninos exageram, e eu não sei se os nomes que usam são verdadeiros: existe um Aguiar Branco e um Poiares Maduro. Porque não juntar-lhes um Colares Tinto ou um Mateus Rosé? É que tenho a impressão de estar num jogo de índios e menos vinho não lhes fazia mal. (...)
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
A sopa dos pobres
Hoje observei, uma vez mais, a distribuição de alimentos que equipas de voluntários fazem diariamente em vários pontos de Lisboa.
Desta vez foi junto a Santa Apolónia que presenciei umas dezenas de pessoas, de idades várias, andrajosas ou razoavelmente vestidas, em fila ordeira, aguardando a sua vez de receber a embalagem de plástico com alguma coisa de comer, talvez, para muitos, a primeira e única refeição do dia.

