Esta noite ou amanhã, é irrelevante, passam quatro anos de mortandade de ucranianos e russos, sem que se vislumbre fim à vista. E razões para isto ter acontecido e continuar, ainda são menos tangíveis ou identificáveis.
Por vezes parece haver deleite com o sofrimento e, pasme-se, há gente que ignora, ou finge ignorar, o poder da bala, do míssil, do canhão, da mina, do drone, do avião, do helicóptero, etc., etc..
Milhares de mortos e de estropiados, famílias destroçadas, crianças que não mais esquecerão as sirenes de aviso das bombas que vão cair e a corrida para os abrigos. E, como sempre, "gente" a enriquecer à custa da desgraça.
Até quando?
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