A dificuldade de deixar por aqui alguma coisa que tenha algum préstimo futuro ou que, pelo menos, não seja aborrecido, é cada vez maior. E não é por falta de assuntos.
As notícias sucedem-se em catadupa, os acontecimentos diários são inúmeros, diversificados e terríveis, na maior parte dos casos, as preocupações imensas, o pessimismo acentuado.
Aliando-se à crise das alterações climáticas, às guerras e ao aumento dos combustíveis e, consequentemente, de todos os bens, saltou, finalmente, para a ribalta, a falta de habitações minimamente capazes e acessíveis, para pessoas viverem com alguma, ainda que pouca, dignidade.
Será desta que se coloca a resolução dum problema tão grande quanto urgente nas mãos de quem sabe e se deixam de "folclores" de "achistas"?
Ontem, no "Isto é gozar com quem trabalha", a arquitecta Helena Roseta pôs o dedo na ferida e, num programa de humor, deixou várias dicas sérias sobre o que por aí vai e o muito que é imperioso fazer.
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