O meu amigo Lino Sebastião resolveu, agora que as suas Primaveras já ultrapassaram as oitenta, publicar em livro os poemas que lhe vão na alma, no coração e na memória.
Quatro livros já estão acessíveis a quem gosta de poesia e há mais na forja. A mim, que sou um privilegiado, chegam-me em mão mal saem da editora, oferecidos e com dedicatória para a posteridade.
Perdido de um tempo antigoFico submerso na saudade,Palavra que digoComo se em mim dissessePássaro, flor, eternidadeE todo o tempo contivesse,Nesse espaço,Inicial e puro,O côncavo maduroDe um abraço.Palavra a subir por mimOs caminhos pedregosos dos diasE feita clarimA anunciarO despertarDe antigas nostalgias.Do longe e da feridaLino Sebastião
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