sábado, 28 de março de 2026

Teatro a sério

A Primavera chegou, fez florir as ginjeiras, limpou o céu, deu luz aos olhos, algum vento para arejar as humidades e, pasme-se, uma constipaçãozinha para limpar o nariz das mucosidades invernais.

Mesmo combalido, era obrigatório ir ao teatro ver, em último dia, "A árvore que sangra", pelo Teatro da Rainha. Das três vezes anteriores que a ida esteve agendada, gorou-se sempre. Os afazeres com os netos em visita são, foram e serão sempre mais importantes (é a verdade, verdadinha) do que o Teatro. 

Quando tudo parecia indicar que a disponibilidade de calendário era um facto, a constipação também queria fazer das suas. Enganou-se! Era um "crime" perder a peça. 

Perto da hora, carrinho no parque de estacionamento, subida no elevador e regresso da mesma forma, mal acabaram os aplausos, bem justos, diga-se. O "nosso" conterrâneo que exerce as mais altas funções do Estado esteve lá, e pareceu-me que também gostou. Mas deve ser muito "chato" ter de andar com o segurança atrás até para ir ao teatro ...

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